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O mês de outubro é lembrado anualmente como “Outubro Rosa”, o mês da prevenção do câncer de mama e com isso é importante lembrar que as atividades físicas são de extrema importância para evitar o aparecimento, evolução e reincidência desta patologia. A prática dos exercícios físicos é um caminho que inicia muito antes de qualquer sintoma da doença.

“As doenças crônicas não transmissíveis estão entre as principais causas de morbimortalidade no mundo, especialmente o câncer. Para a sua prevenção, a atividade física figura como uma das estratégias”.  (Atividade Física e Prevenção de Câncer: Evidências, Reflexões e Apontamentos para o Sistema Único de Saúde. Rev. Bras. Cancerologia)

Dentre os diferentes tipos de câncer, o de mama apresenta-se como a neoplasia de maior índice de mortalidade no Brasil, apesar de seu prognóstico ser detectado com mais facilidade. Dados do Instituto Nacional do Câncer apontaram que para 2012 e 2013 o Brasil poderia chegar a 52.680 novos casos de câncer de mama com um risco estimado de 52 casos a cada 100 mil mulheres (Instituto Nacional de Câncer, 2012).

Existe muitos tratamentos atualmente para o câncer de mama (quimioterapia, radioterapia…), mas infelizmente são bastante agressivos e levam a desconfortáveis efeitos colaterais, como náuseas, perda de apetite, perda de cabelo, depressão, dificuldade respiratória, ganho de peso, fadiga e a caquexia. Assim, os exercícios físicos, entra como fator de prevenção. “A prática regular de atividade física, de acordo com as pesquisas promovidas pelo Instituto Nacional do Câncer, pode reduzir em até 30% a probabilidade de se desenvolver qualquer tipo de tumor”. (Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício, 2015)

A falta da prática regular de exercícios compromete as atividades diárias, em função da perda da flexibilidade, forca e resistência muscular. Em uma revisão efetuada por Courneya et al. (2002) com mais de 40 estudos, a prática da atividade física e a qualidade de vida nos sobreviventes de câncer, mostraram que a atividade física, tanto durante a quimioterapia e radioterapia quanto no pós-tratamento, proporciona benefícios positivos na qualidade de vida com melhorias da aptidão, melhoria da composição corporal e redução da fadiga, bem como melhoria do estado de humor, tais como depressão e ansiedade, entre outros.

“Os pesquisadores da UNESP chegaram à conclusão de que é cada vez mais certo que a atividade física influencia não só o bem-estar e a qualidade de vida, mas também interfere na manutenção da saúde, contribuindo para o equilíbrio do metabolismo e, consequentemente, reduzindo os riscos do surgimento de doenças crônicas, como o câncer”. (SPINDOLA, 2017 – Revista CREF17)

 “O tratamento do câncer, com o exercício físico, garante a sobrevivência e dá uma maior qualidade de vida ao paciente, pois atenua os efeitos colaterais e a toxidade da quimioterapia, atrelando estes benefícios à capacidade funcional” (OLIVEIRA, 2015)

A prática de atividades físicas pode ser dividida em pequenos blocos de tempo por dia, afim de reduzir as tensões, manter a boa mobilidade articular e a sensação de bem-estar durante as atividades do trabalho. Faça suas atividades de modo que consiga inseri-la na sua rotina!

“Para benefícios adicionais à saúde, busque praticar atividade física de forma regular e aumentar progressivamente o tempo por semana. Cada minuto conta” (Guia atividade física população brasileira do Ministério da saúde)

No mês de outubro, celebramos também o dia da criança no próximo dia 12.

Estamos trazendo algumas reflexões sobre a criança interior de cada um. Quando nos tornamos adultos, acreditamos que a fase da infância ficou para trás.

Segundo José Roberto Marques ( Coaching comportamental), cada um de nós, independente da idade, carrega consigo a sua criança interior, aquele ser cheio de imaginação, de um olhar doce e ingênuo e que vê a vida de forma mais simples. Uma boa oportunidade para tornar a nossa vida mais leve e feliz!

A criança interior é aquela parte infantil de nós que representa nossa capacidade de inocência, admiração, alegria, sensibilidade e diversão.  Ainda que tenhamos muitas responsabilidades e desafios, é isso que faz com que não percamos a nossa essência e possamos voltar no tempo e reviver uma parte bonita de nossa história.

Resgatar a nossa criança interior é reaprender a nos mantermos entusiasmados, como levar uma vida mais leve, cheia de humor e espontaneidade. Muitos estudos na área da psicologia têm mostrado a importância da infância na vida de um adulto.

Segundo José Roberto Marques ( Coaching comportamental), cada um de nós, independente da idade, carrega consigo a sua criança interior, aquele ser cheio de imaginação, de um olhar doce e ingênuo e que vê a vida de forma mais simples. Uma boa oportunidade para tornar a nossa vida mais leve e feliz!

A Saúde Mental das pessoas foi profundamente abalada por conta da Pandemia e resgatar a nossa essência pode nos permitir um olhar mais livre e puro sobre algumas questões da vida.

Que tal relembrar aquelas brincadeiras de infância? Aquele desenho, filme, os jogos, os amigos? Permita-se a sorrir e se divertir.

 Vamos tornar o nosso mundo mais leve?

Fonte:

https://jrmcoaching.com.br/blog/o-que-e-nossa-crianca-interior/
https://www.psicanaliseclinica.com/crianca-interior/

O Outubro Rosa é celebrado no Brasil e no exterior com o objetivo de compartilhar informações e promover a conscientização sobre o câncer de mama, a fim de contribuir para a redução da incidência e da mortalidade pela doença.

Vocês sabiam que o câncer de mama ocupa a primeira posição em mortalidade por câncer entre as mulheres no Brasil? O consumo de bebidas alcóolicas, excesso de peso e inatividade física estão relacionadas à incidência.

Início do tratamento do câncer de mama para pacientes que procuram atendimento no SUS está mais ágil

O QUE É CÂNCER DE MAMA?

  O câncer de mama é o crescimento descontrolado de células da mama que adquiriram características anormais. Essas irregularidades podem se desenvolver, principalmente, nas unidades ductais e/ou lobulares (canais e glândulas que auxiliam no processo de produção e condução de leite) e são causadas por uma ou mais mutações no material genético da célula.

No Brasil, o câncer de mama é o principal tipo de câncer que mais afeta a população feminina. A incidência ocupa as taxas mais altas em quase todas as regiões do país, exceto no norte.  A partir da faixa etária acima de 40 anos, os casos são mais comuns. Em 2021, foram estimados 66.280 casos novos, com um risco estimado de 61,61 casos a cada 100 mil mulheres.

No Brasil, em 2020, cerca de oito mil casos de câncer de mama tiveram relação direta com fatores comportamentais como consumo de bebidas alcoólicas, excesso de peso e inatividade física. O número representa 13,1% dos 64 mil casos novos de câncer de mama em mulheres com 30 anos e mais, em todo o país, de acordo com dados do INCA

PRIMEIROS ALERTAS E CUIDADOS

  • Prevenção e mamografia (essa última é indicada anualmente após os 40 anos de idade)
  • Alimentação saudável.
  • Realizar autopalpação das mamas e observar qualquer modificação aparente na região das mamas
  • A presença de pequenos nódulos na região embaixo do braço, axilas e no pescoço.
  • Qualquer sintoma desconfortável e notável sobre pequenas alterações mamárias.

É vital que as mulheres conheçam o seu corpo e estejam atentas para qualquer   mudança que possa representar anormalidade e comprometimento na saúde das mamas. Dessa forma, é possível mais chances para a realização do diagnóstico precoce, fator que aumenta consideravelmente as chances de cura da doença.

Fatores de risco

Não há uma causa única para o câncer de mama. Diversos fatores estão relacionados ao desenvolvimento da doença entre as mulheres, como: envelhecimento, determinantes relacionados à vida reprodutiva da mulher, histórico familiar de câncer de mama, consumo de álcool, excesso de peso, atividade física insuficente e exposição à radiação ionizante.

Quando o câncer de mama é descoberto no início, há mais chances de cura.

Manter hábitos saudáveis é fundamental para a preservação da saúde e qualidade de vida.

Vamos cuidar da nossa saúde todos os dias?

Fontes:

Instituto Nacional do Câncer ( INCA)

Instituto da Mama do Rio Grande do Sul (IMAMA)

Vocês sabiam que no Brasil, a obesidade aumentou 72% nos últimos treze anos?

Recentemente, o Ministério da Saúde divulgou uma pesquisa que revela que quase metade da população brasileira está acima do peso. Isso é muito preocupante, pois o obeso tem mais propensão a desenvolver problemas como hipertensão, doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2, além de problemas físicos como artrose, pedra na vesícula, artrite, cansaço, refluxo esofágico, tumores de intestino e de vesícula.

Pela definição da Organização Mundial da Saúde (OMS), obesidade é o “excesso de gordura corporal, em quantidade que determine prejuízos à saúde”. Recentemente, o Ministério da Saúde divulgou uma pesquisa que revela que quase metade da população brasileira está acima do peso.

De acordo com a Dra. Rosana Radominski, presidente do Departamento de Obesidade da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, os novos resultados não são novidade, se comparados com os de 2010. “O dado agravante é o aumento de mais de 0,5% do excesso de peso e da obesidade em um ano. Isso é alarmante, se formos extrapolar os dados para os próximos dez anos”, alerta a especialista.

A “obesidade é um dos mais graves problemas de saúde que temos para enfrentar. Em 2025, a estimativa é de que 2,3 bilhões de adultos ao redor do mundo estejam acima do peso, sendo 700 milhões de indivíduos com obesidade, isto é, com um índice de massa corporal acima de 30”.No Brasil, essa doença aumentou 72% nos últimos treze anos. (IBGE e OMS)

De acordo com dados da folha do IBGE, a prevalência de excesso de peso estimada para a população de 20 anos ou mais aumentou continuamente ao longo dos anos. A prevalência de obesidade ao longo dos 17 anos decorridos nesses estudos, foi similar ao da prevalência de excesso de peso, ou seja, aumentou gradativamente, porém de modo acentuado. Já em 2019, dobrou os valores registrados. Homens tiveram número de 9,6% para 22,8% e as mulheres números de 14,5% para 30,2%. Em todas as quatro pesquisas consideradas, a prevalência de obesidade entre as mulheres foi mais elevada que a observada entre os homens.

A recomendação é de que a ingestão diária seja de pelo menos 400 gramas de frutas e hortaliças (WHO, 2003), o que equivale, aproximadamente, ao consumo diário de cinco porções desses alimentos.

De acordo com a Dra. Rosana Radominski, “comemos poucas frutas e verduras desde sempre. Nós não estamos comendo menos frutas e vegetais hoje do que há anos atrás. Da mesma forma que a carne gordurosa é a preferência nacional há muito tempo. O que tem mudado ao longo dos anos é o aumento do consumo de alimentos refinados, industrializados e produtos “prontos” para uso com alto teor calórico”.

Com a pandemia da COVID-19, os especialistas têm discutido com maior ênfase a obesidade. Ela está inserida nos fatores de risco, complicações e óbitos. Segundo o endocrinologista e preceptor da Residência Médica do Centro de Diabetes e Endocrinologia da Bahia, Fabio Trujilho, “tratamentos baseados em evidências científicas mostram que uma perda de peso entre 5 a 10%, diminui o risco de complicações da COVID para pessoas com obesidade”.

Segundo a nutricionista Lara Natacci, mestre e doutora em ciências pela Faculdade de Medicina da USP é necessário planejar o seu dia a dia. “Isso inclui as refeições, as horas de sono e o tempo dedicado aos exercícios. Dormir cinco horas ou menos por noite aumenta o risco de descontrole por consumo de carboidratos devido do aumento de hormônios relacionados ao estresse. Muito importante incluir atividades de lazer e até meditações diárias por cerca de 10 minutos para ajudar a equilibrar a mente.

A obesidade é considerada uma doença, por isso, é importante procurar ajuda de um médico especialista para ajudar no tratamento e controle de peso.

A saúde ocupacional pode ser definida como uma atividade multidisciplinar que promove e protege a saúde dos trabalhadores, procurando controlar acidentes e doenças, organizando e monitorando as condições e ambientes de trabalho, a fim de reduzir riscos (OMS).

Segundo a pesquisa  do Serviço Social da Indústria (SESI), a grande maioria das empresas brasileiras deve criar ou melhorar programas de promoção da saúde nos próximos anos.

A grande maioria das empresas brasileiras deve criar ou melhorar programas de promoção da saúde nos próximos anos. Dos 200 gestores de indústrias ouvidos em pesquisa do Serviço Social da Indústria (SESI), 81% disseram que a melhoria contínua dessas iniciativas é uma tendência e veem suas empresas fazendo parte dela. O levantamento foi realizado entre 11 de novembro e 2 de dezembro de 2020 e, entre as empresas consultadas, 55% são de pequeno porte, 25% médias e 20% grandes indústrias.

 Segundo Katyana Aragão, gerente-executiva de Saúde e Segurança na Indústria do SESI, “Este momento de pandemia deixou ainda mais clara a importância estratégica da saúde dos trabalhadores para a produtividade e competitividade dos negócios” .

Os maiores empresários do mundo sabem bem que o colaborador (o capital humano) é o bem mais valioso da empresa. É por isso que as grandes empresas investem, e muito, nos seus colaboradores e assim se tornam muito produtivas e rentáveis. A Apple e a Google são exemplos de empresas que mudaram o olhar e viram a saúde ocupacional e o bem-estar do colaborador como um verdadeiro investimento e não apenas como um custo alto. A Google, que está hoje entre as melhores empresas do mundo para se trabalhar, possui um índice de 94% de funcionários com alta identificação com os valores da empresa.

Para Jairo Martins, superintendente-geral da FNQ (Fundação Nacional de Qualidade),o resultado que as multinacionais que investem no colaborador alcançam são excelentes. Elas conseguem reter os melhores talentos, diminuem taxas de turnover, do absenteísmo, conseguem pôr em prática suas estratégias para se destacarem no mercado e ainda possuem uma produtividade cerca de 40% maior que outras empresas.

Fonte:

https://rsdata.com.br/importancia-da-saude-ocupacional-custo-ou-investimento/

http://laboreweb.com.br/investir-em-saude-ocupacional-e-estrategia-de-crescimento-para-sua-empresa/

https://istoe.com.br/81-das-empresas-pretendem-investir-na-saude-do-trabalhador/

Em alusão ao Setembro Amarelo que é uma campanha de prevenção e combate ao suicídio, trago a importância de discutirmos sobre o cuidado com a saúde mental em nossas vidas. O aumento significativo de diagnósticos de transtornos mentais (tais como depressão e ansiedade) no ano de 2021, principalmente após o surgimento da pandemia, evidencia a necessidade de desconstruir preconceitos e estigmas sociais em relação ao sofrimento e adoecimento mental.

Por isso, te convoco ao seguinte questionamento: quais ações voltadas ao cuidado com a sua saúde mental têm sido realizadas por você?

Percebe-se o quanto ainda existe uma grande dificuldade instituída pelo social em conseguir reconhecer o seu próprio sofrimento e o sofrimento do outro sem banalizar, criticar, julgar e diminuir. O estigma associado a aqueles que já́ tiveram ou ainda sofrem com algum tipo de transtorno mental criam barreiras sociais e esse alguém passa a ser alvo de discriminação quando evidencia a necessidade de apoio especializado.

Deste modo, percebe-se que muitas vezes se é dado uma ênfase maior ao cuidado da saúde física, esquecendo-se do corpo enquanto totalidade, principalmente de olhar para o interno. Há uma busca incessante de olhar para fora e uma evitação de se confrontar com a dor, até porque tende-se a nomear como “vergonhoso” a possibilidade em assumir quando não se está bem. E é importante ressaltar que quando se fala em saúde mental, não se fala em ausência de doença mental, mas sim, a possibilidade de entendimento sobre as emoções e sentimentos.

Penso que o cuidado com a saúde mental vem a fortalecer o sujeito, podendo rever a avaliação subjetiva que ele faz sobre si mesmo. Principalmente em momentos de baixa autoestima, em que a autocrítica surge de maneira exacerbada, gerando insegurança, insatisfação e autocobrança. E para procurar um psicólogo, não se deve esperar que o sofrimento se transforme em adoecimento. Muitas pessoas vão procrastinando o cuidado mental, achando que ele irá amenizar com o passar do tempo, o que resulta em uma bola de neve sem fim. Por isso, é importante a identificação de sinais de alerta que indicam conflitos internos.

Além disso, o apoio especializado surge como fonte de autocuidado, no qual, o sujeito poderá estar desenvolvendo um olhar mais empático, acolhedor e carinhoso consigo mesmo, compreendendo a importância de aceitar-se de maneira integral: com erros e acertos, qualidades e defeitos, bem como aprendendo a respeitar à sua subjetividade. E primordialmente, buscar por apoio psicológico poderá auxiliar no desenvolvimento e expansão do autoconhecimento, construindo a independência necessária para lidar com emoções e superar dificuldades.

Lembre-se que são inúmeras as formas de manter a saúde mental em dia. A primeira delas é buscar validar o você se sente, pois a partir disso, você poderá reconhecer em si quais são seus desejos e o que para VOCÊ é capaz de provocar saúde e bem-estar, já que isso dependerá da sua singularidade, particularidade e subjetividade. Assim, buscar identificar a origem e a causa do seu sofrimento é fundamental, pois somente quando tiver a consciência sobre si, será possível encontrar soluções e maneiras de como manejar essa situação.

Outras sugestões preciosas são: priorize cuidar de você, busque reconhecer as suas emoções e sentimentos, fortaleça os vínculos sociais e afetivos, desfrute do tempo ócio, exercite a mente e o corpo com aquilo que lhe proporcione prazer. 

Também aproveito para ressaltar a importância de os assuntos sobre saúde mental serem discutidos e estarem presentes nos espaços que circunscrevemos nossas histórias. O interesse organizacional e institucional por ações preventivas precisa ser contínuo para que assim seja possível promover efeitos positivos longitudinais, uma vez que quando o sofrimento psíquico é silenciado nos espaços laborais, estamos falando de um sofrimento que não está recebendo lugar e nem mesmo atenção para que se construam estratégias de enfrentamento diante dessas situações. Assim, desejo que a promoção de saúde mental siga se fazendo por meio de espaços de fala e escuta para com os trabalhadores.    

E assim, que você possa aprender a olhar para o que você sente. Questione-se mais, se permita a encarar as suas sombras para que a luz possa se aproximar. Por mais doloroso e intenso que seja, nada é mais recompensador do que saber quem se é e o que deseja se tornar. A mudança que você almeja precisa partir de você!

Por isso, reflita e compartilhe essa informação. Seguimos disseminando saúde mental como forma de prevenção e autocuidado. Não feche os olhos para o cuidado para com a sua saúde mental e daqueles que te cercam. Abra a sua mente, se acolha e estenda a sua mão para as suas relações!

Com carinho, psicóloga Caroline M. Nunes!

Caroline Maria Nunes é psicóloga graduada pela Universidade de Santa Cruz do Sul (UNISC). Mestra em Psicologia Social e Institucional na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e integrante do Laboratório de Psicodinâmica do Trabalho (PPGPSI/UFRGS). Atua em Santa Cruz do Sul como psicóloga clínica em consultório particular, atendendo adultos que buscam por meio da psicoterapia um espaço privilegiado de fala e escuta que auxilie no autoconhecimento e no cuidado da saúde mental. Além disso, desenvolve a Clínica do Trabalho, prestando consultorias e palestras as organizações de Santa Cruz do Sul, Porto Alegre e região. Experiência na área de Psicologia, ênfase em Clínica do Trabalho, Saúde Mental e Trabalho e Psicologia Social e Institucional. Contato: (51)981831881 e Instagram profissional: @carolinenunespsi

 A Pandemia relacionado ao Coronavírus trouxe muitas mudanças, sem dúvida, para a sociedade e principalmente para as Organizações Empresariais.

O fato de todos estarmos confrontando desafios, nos faz repensar sobre crenças e valores. A Empatia se tornou a palavra chave para as grandes organizações na retomada da Economia.

Com a pandemia, a produtividade teve que se adaptar, em alguns casos ela piorou, afetando a qualidade de vida dos cidadões em todo o mundo.  

Segundo Paulo Bivar (managing partner na Kinp), estamos tendo a oportunidade de nos projetarmos no lugar do outro, ampliando assim, nossas perspectivas. Segundo ele, estamos tendo a oportunidade para a construção de relações mais empáticas, transparentes, flexíveis e com muita confiança, resultando assim, em um ambiente mais produtivo.

Mas o que as Empresas poderão fazer para a retomar a Produtividade e melhorar a Empatia?

Segundo estudos, a Empatia é uma competência que só se desenvolve na prática. Existe diversas possibilidades e estratégias. Investir em programas de Qualidade de Vida é um caminho muito promissor. O colaborador se sente acolhido e a sua autoestima melhora.

No Programa de Qualidade de Vida Corporativa da Corpo em Ação, a prática da Ginastica Laboral vai muito mais além do que exercícios físicos realizados no setor do colaborador. Realizamos ações voltadas para a melhora das relações interpessoais: dinâmicas cooperativas e reflexivas para a construção de valores e o aumento da Empatia no Ambiente Corporativo. 

Em tempos Pós-Covid a base de relação de trabalho é a transparência e a confiança, tendo como resultado, a formação de profissionais mais humanos.

 Fonte:

Quem nunca pensou em adotar um estilo de vida mais saudável? Quase todo mundo já pensou nisso, vocês concordam? Todo mundo sabe que é preciso mudar alguns hábitos para melhorar a saúde e o qualidade de vida.  Praticar mais atividade física, não fumar, ingerir alimentos mais saudáveis, eliminar o refrigerante, doces, frituras, entre muitos outros hábitos.

Mas como resistir às tentações gastronômicas, combater a preguiça, conseguir mais tempo para investir na prática de atividade física e mais outras ações em prol de um estilo de vida mais saudável?

Ahhh nós preparamos algumas dicas importantes! Confiram!

Conscientizar sobre a importância da mudança de hábitos é fundamental para ter uma vida longa e saudável.

Desenvolver hábitos de vida mais saudáveis pode iniciar mudanças permanentes na vida das pessoas.

Dependendo do nível de bem-estar de cada indivíduo, a adoção de novos padrões de comportamento pode não só reverter o aparecimento de doenças, mas também aumentar os níveis de energia e melhorar o humor no dia a dia.

Diversos estudos já comprovaram que comportamentos saudáveis influenciam na qualidade de vida de toda a população.

E COMO MUDAR O HÁBITO?

É muito importante ter a consciência daquilo que queremos mudar e colocar em prática aos poucos.

Fomos atrás de informações e o criador do Saúde Interior ( psicoeducação e saúde mental) e graduando em psicologia  Alex Carnier tem algumas dicas:

Passo 1: Anote em um papel ou diário todas as atividades do dia

Como mudar hábitos tornando-os claros

Desde o momento que você acorda até desligar as luzes para dormir, identifique todas as atividades que você entende como hábito, ou seja, que realiza quase que automaticamente.

Passo 2: Identifique os hábitos saudáveis e os hábitos ruins

Como mudar hábitos avaliando cada atividade

  • Coloque um sinal (+) ao lado dos hábitos que considera saudáveis. Exemplos: arrumar a cama pela manhã, tomar um copo de água ao acordar, praticar exercícios.
  • Coloque um sinal (-) ao lado dos hábitos que considera ruins. Exemplos: usar celular na cama, falar mal das pessoas no trabalho, almoçar lanche todos os dias.

Passo 3: Escolha apenas 1 hábito ruim para eliminar ou 1 hábito saudável para criar

Como mudar hábitos 1 de cada vez

O objetivo fazer uma pequena conquista em 30 dias lhe dando uma sensação de realização e motivação para eliminar um segundo hábito depois.

Qual escolher?

Como está iniciando sua jornada na mudança de hábitos, recomendo que você escolha um pequeno hábito saudável para colocar no lugar de um pequeno hábito ruim.

Alguns exemplos:

  • Tomar 1 copo de água assim que levantar (ao invés de sair de casa só com um gole de café).
  • Ler 1 página de um livro antes de dormir (ao invés de acessar uma rede social).
  • Decidir elogiar 1 pessoa todos os dias (ao invés de falar mal de alguém no trabalho).

São hábitos simples e fáceis de implementar.

Passo 4: Insira esse hábito novo em um horário específico da sua rotina diária

Como mudar hábitos através de uma rotina

Pegue novamente a lista de hábitos do seu dia, e insira o hábito novo nela.

Se possível, determine um horário fixo para realizar esta atividade.

Vai ajudar se você mantiver esta lista em lugar de destaque na sua casa, ou anote o novo hábito com o horário e cole na geladeira/espelho, etc.

Passo 5: Pratique essa nova rotina por 30 dias

Como mudar hábitos com constância

Agora começa o seu desafio: praticar este único e simples hábito por 30 dias seguidos.

Dessa forma, esta atividade se consolidará na sua rotina.

Sem isso, a ATIVIDADE não se transformará em um HÁBITO que você realiza de forma quase automática “sem pensar”.

Você precisará ter resiliência, paciência e foco para fazer isso.

Porém, a boa notícia é: Conforme os dias forem passando, você precisará fazer cada vez MENOS FORÇA para realizar a atividade que escolheu criar.

Então, bora lá mudar os hábitos? Boa sorte a todos!

Fonte:

-https://saudeinterior.org/como-mudar-habitos/
-http://previva.com.br/mudanca-de-habito/

Vamos falar de novo sobre Postura Corporal em Home Office?

Muitas Empresas ainda estão trabalhando neste formato, mas muitos colaboradores ainda reclamam de dores e desconfortos, principalmente na região da coluna lombar e pescoço.

Trabalhar em Home Office parece uma opção confortável, mas necessita de atenção. Muitas vezes, a casa não foi projetada ergonomicamente para o trabalho, então o colaborador pode sofrer lesões crônicas muito dolorosas. As pessoas devem adequar o trabalho improvisado para manter a postura correta e evitar lesões graves.

De acordo com Mahayri (1996), “as enfermidades do sistema musculoesquelético são as causas de morbidade, incapacidade e invalidez na população, em geral, e em grupos ocupacionais. Nessas enfermidades estão incluídas, algias da coluna vertebral, osteoartrose, cervicobraquialgias, síndrome do túnel do carpo, tenossinovites, entre outras. As lombalgias e as lombocitalgias constituem importante causa de absenteísmo, incapacidade temporária de execução de trabalho, aposentadorias precoces, invalidez, alto custo econômico para o sistema de seguridade social e incalculável sofrimento humano”.

Nas posições em que o corpo gera tensões e torna-se mais rígido, as fibras musculares “desempenham pressões elevadas desnecessárias sobre as articulações, ao invés de utilizar os músculos posturais nos movimentos, a postura se apoia nos ligamentos, podendo desencadear processos degenerativos precoces”. (OLIVER, 1999)

“Doenças motivadas por fatores de riscos ergonômicos, tais como má postura, esforços repetitivos e sobrecarga mental têm sido as principais causas de afastamento do trabalho e tem superado os acidentes traumáticos. Os dados foram apresentados pelo Ministério da Previdência (MP) e Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) em um estudo realizado no período de 2000 a 2011.

A sobrecarga imposta pela postura sentada vai sendo sentida gradualmente, começam a surgir, dores, formigamentos, sensação de peso nas costas, pescoço, pernas e mãos. A natureza crônica, nos faz pensar que sejam naturais, mas muitos deles podem ser perfeitamente evitados. (COURY, 1995)

Se o trabalhador não possuir em casa uma cadeira adequada, é necessário que escolha outra bastante confortável e com encosto alongado para as costas. Mantenha a coluna ereta e apoiada no encosto do móvel. Evite afastar a cadeira da mesa. Apoie os pés no chão e tente manter o relaxamento dos ombros, pescoço, punhos, entre outros, sempre em observação.

É necessário que o colaborador desenvolva uma boa consciência postural para evitar graves lesões e também realize os exercícios de “relaxamento geral, regulação respiratória, percepções das sensações, percepção de contato, movimentos articulares e a percepção do equilíbrio vertical. (MASSARA, 1986)

Assim, evite manter a mesma postura no trabalho por períodos prolongados, realize intervalos ativos e pausas passivas. Eles “são fundamentais para redução dos efeitos da baixa movimentação de algumas regiões como pescoço e principalmente, para reduzir os efeitos do trabalho repetitivo” (COURY, 1995). Quem trabalha sentado não pode dispensar os exercícios de ginástica laboral e sempre que houver dúvidas, questione o professor que está à disposição para auxiliá-lo.

Procure manter uma boa Ergonomia no seu trabalho em casa, e se você ainda não tem o nosso guia prático da postura corporal, baixe lá gratuitamente no nosso site https://www.corpoacao.com.br/2017/e-books/.

            O guia é super prático e de fácil entendimento.

Vocês já ouviram falar em Presenteísmo?

O presenteísmo pode ser definido como estar no trabalho, mesmo percebendo limitações físicas ou psíquicas que podem reduzir a capacidade laborativa (Fernandes e Carvalho, 2020). Dentre esses motivos, doenças infecciosas como a gripe e a sinusite ou desvios psicoemocionais como estresse, depressão, problemas domésticos, mau relacionamento com chefes e desmotivação são os mais comuns.

Confiram algumas dicas para evitar a Síndrome do Presenteísmo no Trabalho Home-Office.

A ausência psicológica do colaborador que permanece com seus pensamentos distantes do trabalho e desconectado de seus afazeres laborais podem evoluir para uma piora progressiva na saúde e prejuízos para a empresa. Identificá-lo precocemente e promover intervenções para reduzir suas determinantes é um desafio necessário para as organizações.

Ainda de acordo com Carvalho e Silva, pós-graduado em Medicina do Trabalho pela Universidade de São Paulo, estar presente no local de trabalho, mas sem interesse e dedicação, gera tantos prejuízos quanto o absenteísmo

Estudos longitudinais têm apontado que a frequência do presenteísmo tem relação com a frequência e duração do absenteísmo de curto e longo prazo, (Bergstrom et al. 2009; Janssens, et al. 2013).

Assim como não há uma causa definida para o presenteísmo, a nova Pandemia do Coronavírus também pode ser um agente desencadeante desta condição.

A especialista em psicologia social e organizacional Rosa Bernhoeft, destaca os benefícios obtidos com a consolidação do home office durante a pandemia, como o notório aumento de produtividade, mas ressalta que ele também está trazendo saturação, justamente devido ao contexto da pandemia. “Toda a empresa está sofrendo pressão, tanto os funcionários como os dirigentes”.

A psicóloga Sirlene Ferreira, afirma que, embora o cansaço seja inerente a qualquer pessoa, antes da pandemia tínhamos válvulas de escape após um dia cansativo, como encontros presenciais e passeios. Hoje, porém, estamos privados desses prazeres e ainda batalhando pela nossa segurança, o que é uma busca extremamente exaustiva.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde, devido à contínua Pandemia, “todos devemos fazer algo que afirme a vida: como indivíduos, precisamos tomar ações concretas em apoio a nossa própria saúde mental, apoiar amigos e familiares que estão lutando e como empregadores, precisamos tomar medidas para implementar programas de bem-estar aos funcionários”.

É fundamental, manter um clima organizacional agradável, boa comunicação e boa qualidade de vida. Mesmo que muitas vezes estejamos com os pensamentos distantes, a equipe organizacional pode adotar algumas medidas para que o ambiente laboral seja favorável no período da pandemia. É indispensável que a empresa ofereça condições de trabalho adequadas ao colaborador, respeitando as normas de saúde e segurança no trabalho. Oferecer um ambiente confortável e atividades de prevenção as doenças e lesões laborais, favorecem no bom desempenho das funções dos colaboradores.

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