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Em alusão ao Setembro Amarelo que é uma campanha de prevenção e combate ao suicídio, trago a importância de discutirmos sobre o cuidado com a saúde mental em nossas vidas. O aumento significativo de diagnósticos de transtornos mentais (tais como depressão e ansiedade) no ano de 2021, principalmente após o surgimento da pandemia, evidencia a necessidade de desconstruir preconceitos e estigmas sociais em relação ao sofrimento e adoecimento mental.

Por isso, te convoco ao seguinte questionamento: quais ações voltadas ao cuidado com a sua saúde mental têm sido realizadas por você?

Percebe-se o quanto ainda existe uma grande dificuldade instituída pelo social em conseguir reconhecer o seu próprio sofrimento e o sofrimento do outro sem banalizar, criticar, julgar e diminuir. O estigma associado a aqueles que já́ tiveram ou ainda sofrem com algum tipo de transtorno mental criam barreiras sociais e esse alguém passa a ser alvo de discriminação quando evidencia a necessidade de apoio especializado.

Deste modo, percebe-se que muitas vezes se é dado uma ênfase maior ao cuidado da saúde física, esquecendo-se do corpo enquanto totalidade, principalmente de olhar para o interno. Há uma busca incessante de olhar para fora e uma evitação de se confrontar com a dor, até porque tende-se a nomear como “vergonhoso” a possibilidade em assumir quando não se está bem. E é importante ressaltar que quando se fala em saúde mental, não se fala em ausência de doença mental, mas sim, a possibilidade de entendimento sobre as emoções e sentimentos.

Penso que o cuidado com a saúde mental vem a fortalecer o sujeito, podendo rever a avaliação subjetiva que ele faz sobre si mesmo. Principalmente em momentos de baixa autoestima, em que a autocrítica surge de maneira exacerbada, gerando insegurança, insatisfação e autocobrança. E para procurar um psicólogo, não se deve esperar que o sofrimento se transforme em adoecimento. Muitas pessoas vão procrastinando o cuidado mental, achando que ele irá amenizar com o passar do tempo, o que resulta em uma bola de neve sem fim. Por isso, é importante a identificação de sinais de alerta que indicam conflitos internos.

Além disso, o apoio especializado surge como fonte de autocuidado, no qual, o sujeito poderá estar desenvolvendo um olhar mais empático, acolhedor e carinhoso consigo mesmo, compreendendo a importância de aceitar-se de maneira integral: com erros e acertos, qualidades e defeitos, bem como aprendendo a respeitar à sua subjetividade. E primordialmente, buscar por apoio psicológico poderá auxiliar no desenvolvimento e expansão do autoconhecimento, construindo a independência necessária para lidar com emoções e superar dificuldades.

Lembre-se que são inúmeras as formas de manter a saúde mental em dia. A primeira delas é buscar validar o você se sente, pois a partir disso, você poderá reconhecer em si quais são seus desejos e o que para VOCÊ é capaz de provocar saúde e bem-estar, já que isso dependerá da sua singularidade, particularidade e subjetividade. Assim, buscar identificar a origem e a causa do seu sofrimento é fundamental, pois somente quando tiver a consciência sobre si, será possível encontrar soluções e maneiras de como manejar essa situação.

Outras sugestões preciosas são: priorize cuidar de você, busque reconhecer as suas emoções e sentimentos, fortaleça os vínculos sociais e afetivos, desfrute do tempo ócio, exercite a mente e o corpo com aquilo que lhe proporcione prazer. 

Também aproveito para ressaltar a importância de os assuntos sobre saúde mental serem discutidos e estarem presentes nos espaços que circunscrevemos nossas histórias. O interesse organizacional e institucional por ações preventivas precisa ser contínuo para que assim seja possível promover efeitos positivos longitudinais, uma vez que quando o sofrimento psíquico é silenciado nos espaços laborais, estamos falando de um sofrimento que não está recebendo lugar e nem mesmo atenção para que se construam estratégias de enfrentamento diante dessas situações. Assim, desejo que a promoção de saúde mental siga se fazendo por meio de espaços de fala e escuta para com os trabalhadores.    

E assim, que você possa aprender a olhar para o que você sente. Questione-se mais, se permita a encarar as suas sombras para que a luz possa se aproximar. Por mais doloroso e intenso que seja, nada é mais recompensador do que saber quem se é e o que deseja se tornar. A mudança que você almeja precisa partir de você!

Por isso, reflita e compartilhe essa informação. Seguimos disseminando saúde mental como forma de prevenção e autocuidado. Não feche os olhos para o cuidado para com a sua saúde mental e daqueles que te cercam. Abra a sua mente, se acolha e estenda a sua mão para as suas relações!

Com carinho, psicóloga Caroline M. Nunes!

Caroline Maria Nunes é psicóloga graduada pela Universidade de Santa Cruz do Sul (UNISC). Mestra em Psicologia Social e Institucional na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e integrante do Laboratório de Psicodinâmica do Trabalho (PPGPSI/UFRGS). Atua em Santa Cruz do Sul como psicóloga clínica em consultório particular, atendendo adultos que buscam por meio da psicoterapia um espaço privilegiado de fala e escuta que auxilie no autoconhecimento e no cuidado da saúde mental. Além disso, desenvolve a Clínica do Trabalho, prestando consultorias e palestras as organizações de Santa Cruz do Sul, Porto Alegre e região. Experiência na área de Psicologia, ênfase em Clínica do Trabalho, Saúde Mental e Trabalho e Psicologia Social e Institucional. Contato: (51)981831881 e Instagram profissional: @carolinenunespsi

 A Pandemia relacionado ao Coronavírus trouxe muitas mudanças, sem dúvida, para a sociedade e principalmente para as Organizações Empresariais.

O fato de todos estarmos confrontando desafios, nos faz repensar sobre crenças e valores. A Empatia se tornou a palavra chave para as grandes organizações na retomada da Economia.

Com a pandemia, a produtividade teve que se adaptar, em alguns casos ela piorou, afetando a qualidade de vida dos cidadões em todo o mundo.  

Segundo Paulo Bivar (managing partner na Kinp), estamos tendo a oportunidade de nos projetarmos no lugar do outro, ampliando assim, nossas perspectivas. Segundo ele, estamos tendo a oportunidade para a construção de relações mais empáticas, transparentes, flexíveis e com muita confiança, resultando assim, em um ambiente mais produtivo.

Mas o que as Empresas poderão fazer para a retomar a Produtividade e melhorar a Empatia?

Segundo estudos, a Empatia é uma competência que só se desenvolve na prática. Existe diversas possibilidades e estratégias. Investir em programas de Qualidade de Vida é um caminho muito promissor. O colaborador se sente acolhido e a sua autoestima melhora.

No Programa de Qualidade de Vida Corporativa da Corpo em Ação, a prática da Ginastica Laboral vai muito mais além do que exercícios físicos realizados no setor do colaborador. Realizamos ações voltadas para a melhora das relações interpessoais: dinâmicas cooperativas e reflexivas para a construção de valores e o aumento da Empatia no Ambiente Corporativo. 

Em tempos Pós-Covid a base de relação de trabalho é a transparência e a confiança, tendo como resultado, a formação de profissionais mais humanos.

 Fonte:

Quem nunca pensou em adotar um estilo de vida mais saudável? Quase todo mundo já pensou nisso, vocês concordam? Todo mundo sabe que é preciso mudar alguns hábitos para melhorar a saúde e o qualidade de vida.  Praticar mais atividade física, não fumar, ingerir alimentos mais saudáveis, eliminar o refrigerante, doces, frituras, entre muitos outros hábitos.

Mas como resistir às tentações gastronômicas, combater a preguiça, conseguir mais tempo para investir na prática de atividade física e mais outras ações em prol de um estilo de vida mais saudável?

Ahhh nós preparamos algumas dicas importantes! Confiram!

Conscientizar sobre a importância da mudança de hábitos é fundamental para ter uma vida longa e saudável.

Desenvolver hábitos de vida mais saudáveis pode iniciar mudanças permanentes na vida das pessoas.

Dependendo do nível de bem-estar de cada indivíduo, a adoção de novos padrões de comportamento pode não só reverter o aparecimento de doenças, mas também aumentar os níveis de energia e melhorar o humor no dia a dia.

Diversos estudos já comprovaram que comportamentos saudáveis influenciam na qualidade de vida de toda a população.

E COMO MUDAR O HÁBITO?

É muito importante ter a consciência daquilo que queremos mudar e colocar em prática aos poucos.

Fomos atrás de informações e o criador do Saúde Interior ( psicoeducação e saúde mental) e graduando em psicologia  Alex Carnier tem algumas dicas:

Passo 1: Anote em um papel ou diário todas as atividades do dia

Como mudar hábitos tornando-os claros

Desde o momento que você acorda até desligar as luzes para dormir, identifique todas as atividades que você entende como hábito, ou seja, que realiza quase que automaticamente.

Passo 2: Identifique os hábitos saudáveis e os hábitos ruins

Como mudar hábitos avaliando cada atividade

  • Coloque um sinal (+) ao lado dos hábitos que considera saudáveis. Exemplos: arrumar a cama pela manhã, tomar um copo de água ao acordar, praticar exercícios.
  • Coloque um sinal (-) ao lado dos hábitos que considera ruins. Exemplos: usar celular na cama, falar mal das pessoas no trabalho, almoçar lanche todos os dias.

Passo 3: Escolha apenas 1 hábito ruim para eliminar ou 1 hábito saudável para criar

Como mudar hábitos 1 de cada vez

O objetivo fazer uma pequena conquista em 30 dias lhe dando uma sensação de realização e motivação para eliminar um segundo hábito depois.

Qual escolher?

Como está iniciando sua jornada na mudança de hábitos, recomendo que você escolha um pequeno hábito saudável para colocar no lugar de um pequeno hábito ruim.

Alguns exemplos:

  • Tomar 1 copo de água assim que levantar (ao invés de sair de casa só com um gole de café).
  • Ler 1 página de um livro antes de dormir (ao invés de acessar uma rede social).
  • Decidir elogiar 1 pessoa todos os dias (ao invés de falar mal de alguém no trabalho).

São hábitos simples e fáceis de implementar.

Passo 4: Insira esse hábito novo em um horário específico da sua rotina diária

Como mudar hábitos através de uma rotina

Pegue novamente a lista de hábitos do seu dia, e insira o hábito novo nela.

Se possível, determine um horário fixo para realizar esta atividade.

Vai ajudar se você mantiver esta lista em lugar de destaque na sua casa, ou anote o novo hábito com o horário e cole na geladeira/espelho, etc.

Passo 5: Pratique essa nova rotina por 30 dias

Como mudar hábitos com constância

Agora começa o seu desafio: praticar este único e simples hábito por 30 dias seguidos.

Dessa forma, esta atividade se consolidará na sua rotina.

Sem isso, a ATIVIDADE não se transformará em um HÁBITO que você realiza de forma quase automática “sem pensar”.

Você precisará ter resiliência, paciência e foco para fazer isso.

Porém, a boa notícia é: Conforme os dias forem passando, você precisará fazer cada vez MENOS FORÇA para realizar a atividade que escolheu criar.

Então, bora lá mudar os hábitos? Boa sorte a todos!

Fonte:

-https://saudeinterior.org/como-mudar-habitos/
-http://previva.com.br/mudanca-de-habito/

Vamos falar de novo sobre Postura Corporal em Home Office?

Muitas Empresas ainda estão trabalhando neste formato, mas muitos colaboradores ainda reclamam de dores e desconfortos, principalmente na região da coluna lombar e pescoço.

Trabalhar em Home Office parece uma opção confortável, mas necessita de atenção. Muitas vezes, a casa não foi projetada ergonomicamente para o trabalho, então o colaborador pode sofrer lesões crônicas muito dolorosas. As pessoas devem adequar o trabalho improvisado para manter a postura correta e evitar lesões graves.

De acordo com Mahayri (1996), “as enfermidades do sistema musculoesquelético são as causas de morbidade, incapacidade e invalidez na população, em geral, e em grupos ocupacionais. Nessas enfermidades estão incluídas, algias da coluna vertebral, osteoartrose, cervicobraquialgias, síndrome do túnel do carpo, tenossinovites, entre outras. As lombalgias e as lombocitalgias constituem importante causa de absenteísmo, incapacidade temporária de execução de trabalho, aposentadorias precoces, invalidez, alto custo econômico para o sistema de seguridade social e incalculável sofrimento humano”.

Nas posições em que o corpo gera tensões e torna-se mais rígido, as fibras musculares “desempenham pressões elevadas desnecessárias sobre as articulações, ao invés de utilizar os músculos posturais nos movimentos, a postura se apoia nos ligamentos, podendo desencadear processos degenerativos precoces”. (OLIVER, 1999)

“Doenças motivadas por fatores de riscos ergonômicos, tais como má postura, esforços repetitivos e sobrecarga mental têm sido as principais causas de afastamento do trabalho e tem superado os acidentes traumáticos. Os dados foram apresentados pelo Ministério da Previdência (MP) e Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) em um estudo realizado no período de 2000 a 2011.

A sobrecarga imposta pela postura sentada vai sendo sentida gradualmente, começam a surgir, dores, formigamentos, sensação de peso nas costas, pescoço, pernas e mãos. A natureza crônica, nos faz pensar que sejam naturais, mas muitos deles podem ser perfeitamente evitados. (COURY, 1995)

Se o trabalhador não possuir em casa uma cadeira adequada, é necessário que escolha outra bastante confortável e com encosto alongado para as costas. Mantenha a coluna ereta e apoiada no encosto do móvel. Evite afastar a cadeira da mesa. Apoie os pés no chão e tente manter o relaxamento dos ombros, pescoço, punhos, entre outros, sempre em observação.

É necessário que o colaborador desenvolva uma boa consciência postural para evitar graves lesões e também realize os exercícios de “relaxamento geral, regulação respiratória, percepções das sensações, percepção de contato, movimentos articulares e a percepção do equilíbrio vertical. (MASSARA, 1986)

Assim, evite manter a mesma postura no trabalho por períodos prolongados, realize intervalos ativos e pausas passivas. Eles “são fundamentais para redução dos efeitos da baixa movimentação de algumas regiões como pescoço e principalmente, para reduzir os efeitos do trabalho repetitivo” (COURY, 1995). Quem trabalha sentado não pode dispensar os exercícios de ginástica laboral e sempre que houver dúvidas, questione o professor que está à disposição para auxiliá-lo.

Procure manter uma boa Ergonomia no seu trabalho em casa, e se você ainda não tem o nosso guia prático da postura corporal, baixe lá gratuitamente no nosso site https://www.corpoacao.com.br/2017/e-books/.

            O guia é super prático e de fácil entendimento.

Vocês já ouviram falar em Presenteísmo?

O presenteísmo pode ser definido como estar no trabalho, mesmo percebendo limitações físicas ou psíquicas que podem reduzir a capacidade laborativa (Fernandes e Carvalho, 2020). Dentre esses motivos, doenças infecciosas como a gripe e a sinusite ou desvios psicoemocionais como estresse, depressão, problemas domésticos, mau relacionamento com chefes e desmotivação são os mais comuns.

Confiram algumas dicas para evitar a Síndrome do Presenteísmo no Trabalho Home-Office.

A ausência psicológica do colaborador que permanece com seus pensamentos distantes do trabalho e desconectado de seus afazeres laborais podem evoluir para uma piora progressiva na saúde e prejuízos para a empresa. Identificá-lo precocemente e promover intervenções para reduzir suas determinantes é um desafio necessário para as organizações.

Ainda de acordo com Carvalho e Silva, pós-graduado em Medicina do Trabalho pela Universidade de São Paulo, estar presente no local de trabalho, mas sem interesse e dedicação, gera tantos prejuízos quanto o absenteísmo

Estudos longitudinais têm apontado que a frequência do presenteísmo tem relação com a frequência e duração do absenteísmo de curto e longo prazo, (Bergstrom et al. 2009; Janssens, et al. 2013).

Assim como não há uma causa definida para o presenteísmo, a nova Pandemia do Coronavírus também pode ser um agente desencadeante desta condição.

A especialista em psicologia social e organizacional Rosa Bernhoeft, destaca os benefícios obtidos com a consolidação do home office durante a pandemia, como o notório aumento de produtividade, mas ressalta que ele também está trazendo saturação, justamente devido ao contexto da pandemia. “Toda a empresa está sofrendo pressão, tanto os funcionários como os dirigentes”.

A psicóloga Sirlene Ferreira, afirma que, embora o cansaço seja inerente a qualquer pessoa, antes da pandemia tínhamos válvulas de escape após um dia cansativo, como encontros presenciais e passeios. Hoje, porém, estamos privados desses prazeres e ainda batalhando pela nossa segurança, o que é uma busca extremamente exaustiva.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde, devido à contínua Pandemia, “todos devemos fazer algo que afirme a vida: como indivíduos, precisamos tomar ações concretas em apoio a nossa própria saúde mental, apoiar amigos e familiares que estão lutando e como empregadores, precisamos tomar medidas para implementar programas de bem-estar aos funcionários”.

É fundamental, manter um clima organizacional agradável, boa comunicação e boa qualidade de vida. Mesmo que muitas vezes estejamos com os pensamentos distantes, a equipe organizacional pode adotar algumas medidas para que o ambiente laboral seja favorável no período da pandemia. É indispensável que a empresa ofereça condições de trabalho adequadas ao colaborador, respeitando as normas de saúde e segurança no trabalho. Oferecer um ambiente confortável e atividades de prevenção as doenças e lesões laborais, favorecem no bom desempenho das funções dos colaboradores.

“Seu corpo é seu maior bem, ele guarda e reflete sua alma. Cuide dele como se fosse uma pedra preciosa” (Joseph Pilates).

Joseph Pilates foi um homem à frente do seu tempo que utilizou seus conhecimentos para desenvolver o Método Pilates e deixar de herança para todos nós uma grande variedade de exercícios e benefícios. 

Mas independentemente do tipo de atividade física, movimentar o corpo é fundamental para adquirir mais saúde e qualidade de vida.

Mas independentemente do tipo de atividade física, movimentar o corpo é fundamental para adquirir mais saúde e qualidade de vida.

Caminhar, correr, andar de bicicleta, frequentar academia, nadar, subir escada, são atividades que têm em comum o movimento do corpo, uma condição essencial para promover saúde e longevidade.

Manter-se ativo fisicamente é fundamental para prevenção de diversas doenças, além de, aumentar da resistência física e da autoestima, alívio do estresse e o fortalecimento da musculatura, evitando dores nas articulações.

MOVIMENTO DO CORPO EVITA DORES

Um dos principais problemas causados pela inatividade física são as dores por todo o corpo, resultantes de um desgaste gradativo de articulações e cartilagens. A isso, soma-se a perda natural de massa e flexibilidade naturais.

Assim, um dos sintomas mais comuns da falta de exercício, ao longo da vida, são dores na coluna, que, segundo os médicos, já chega a afetar 80% da população.

O famoso preparador físico Nuno Cobra pontuou em seu best-seller “A Semente da Vitória”: “o que se exercita se desenvolve, o que não se exercita se atrofia, é a lei da natureza”. Cobra é o responsável pela performance de grandes atletas brasileiros da década de 1990, como Ayrton Senna e Christian Fittipaldi.

De fato, explicam os especialistas: quanto maior for o movimento do corpo, menos dores a pessoa sentirá com o passar do tempo. E mais: muitos exercícios aeróbicos considerados leves, como caminhada e natação, já são suficientes para corrigir ou atenuar o problema.

O principal mérito do alívio das dores se deve à endorfina, outro neurotransmissor liberado pelo cérebro logo que se inicia uma atividade. Por regular a emoção e a percepção da dor, é chamada de “anestésico natural”. Seu efeito pode durar até 72 horas após o término do movimento.

Então, se você se encontra inativo fisicamente, sentindo dores no corpo e baixo astral, que tal iniciar um programa de atividade física e melhorar a sua saúde e qualidade de vida?

Nunca é tarde para recomeçar ….

Boa sorte a todos!

Fonte: https://www.douglasfisiopilates.com.br/site/novidades/movimento-do-corpo-humano-qual-importancia/

Olá Pessoal! Vocês já ouviram falar sobre tecnostresse? Uma doença moderna que hoje é realidade entre muitos profissionais e que se intensificou durante a pandemia do novo Coronavírus.

Com a chegada da Pandemia, o uso da tecnologia aumentou consideravelmente, e o uso no dia a dia tem afetado os usuários de maneira negativa.

Mas afinal… o que é tecnostresse?

Segundo Ana Carolina, psicóloga e CEO da healthtech Bee Touch, a tecnoestresse pode ser considerada uma doença moderna. A psicóloga alertou que o uso das Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs) no trabalho deixam as pessoas mais vulneráveis ao estresse psicológico, o chamado tecnoestresse.

“O conceito de tecnoestresse está diretamente relacionado aos efeitos psicossociais negativos decorrentes do uso de TICs, como problemas de sono, exaustão mental, ansiedade, entre outros. As TICs foram amplamente incorporadas em vários setores da economia e fazem parte da nossa vida diária. Contudo, têm pessoas que se sentem muito tensas diante desta necessidade”, destacou a psicóloga.

Um dos motivos para o surgimento de sentimentos negativos, como fadiga e sensação de incompetência, é o fato desses recursos exigirem dos usuários um processo de adaptação. Isso inclui novas habilidades comportamentais e de manuseio.

Quais cuidados as empresas e os profissionais devem tomar para evitar o tecnoestresse?

Na opinião da especialista, a pandemia favoreceu o aumento do estresse causado pelo uso excessivo de tecnologia. 

“Hoje, o trabalho remoto se tornou uma realidade, mesmo para aqueles que não a utilizavam em seu dia a dia laboral. Além disso, há uma maior exposição às redes. 

Com o distanciamento social, as pessoas precisaram recorrer mais às TICs para permanecerem em contato com seus amigos e familiares e se atualizarem em relação às notícias. Toda essa necessidade de adaptação provocada pela tecnologia gera consequências físicas e psicológicas”, alertou.

Ana Carolina ainda ressaltou que muitos problemas psicológicos têm surgido com mais intensidade ultimamente. Entre eles, a dependência de internet, problemas de sono e de humor.

“Devemos assumir que o mundo mudou e que as mudanças serão permanentes. Hoje, o mundo é híbrido: físico e digital. Portanto, o tecnoestresse já é uma realidade para muitos”, diz.

As empresas podem auxiliar seus colaboradores debatendo o tema e os capacitando para a identificação precoce deste tipo de estresse, além de promover medidas de prevenção.

O tema da saúde mental é pouco debatido, mas tem um impacto sistêmico na

Como diagnosticar e tratar a tecnoestresse?

Um dos sintomas possíveis de identificar é a fadiga (mental e cognitiva), ocasionada pelo uso contínuo de TICs. Outro fator que pode ser observado é o estado ansioso frente ao uso da tecnologia e o sentimento de incompetência.

“Muitas pessoas tem apresentado, por exemplo, fobia de abrir a câmera em videoconferências, o que parece estar atrelado a uma dimensão do tecnoestresse relacionada a sentimentos negativos sobre sua própria capacidade.”

A psicóloga ainda alertou que é importante identificar no ambiente organizacional o perfil de risco para o desenvolvimento do tecnoestresse. “Esse rastreio é fundamental para que sejam delineadas intervenções preventivas. Os treinamentos e capacitações devem abranger, além dos aspectos técnicos, as implicações psicológicas do uso de TICs.”

Quais ações as empresas precisam desenvolver para criar esse ambiente de trabalho psicologicamente seguro?

Ana Carolina defende que as empresas precisam implementar uma gestão dos riscos psicossociais. Assim, é possível rastrear as potenciais consequências físicas e psicológicas nos colaboradores e estabelecer um plano de ação adequado às características da sua população. 

“Além disso, a organização pode desenvolver políticas e medidas preventivas em relação à saúde mental. Isso repercute na diminuição dos riscos de acidentes de trabalho, na redução dos índices de sinistralidade, absenteísmo, afastamentos e melhoria da produtividade e beneficia a qualidade de vida dos colaboradores”

Investir na melhoria da saúde mental por intermédio de atividades como Mindfulness e ginastica laboral, é fundamental para que haja uma melhora da saúde e qualidade de vida no ambiente de trabalho.

Fonte: https://folhadirigida.com.br/mais/noticias/especiais/tecnoestresse-doenca-moderna-realidade-profissionais

Diante da atual situação vivida pela Pandemia do Covid-19, o Instituto do Sono realizou um estudo coordenado pelo Dr. Sérgio Brasil Tufik, onde constatou-se que 55,1% dos 1.600 avaliados alegarm piora na qualidade do sono por motivos que incluem: preocupação com os efeitos da pandemia, maior exposição às telas de TV, computador, celular e indisposição ou falta de entusiasmo.

O sono é fundamental para a saúde e qualidade de vida. Neste informativo estamos trazendo muitas dicas para vocês.

Durante o período em que dormimos o corpo exerce as principais funções restauradoras do organismo. A manutenção de um sono regulado é essencial para a realização adequada de uma série de processos vitais como “processos metabólicos, liberação de hormônios, consolidação da memória, boas condições de atenção, fortalecimento da imunidade e recuperação adequada das fibras musculares” (Campos, 2020).

 “Entretanto, em situações de estresse e alterações na rotina, mudamos também nosso comportamento em relação ao sono e passamos a ter hábitos, muitas vezes, incompatíveis ou que prejudicam a qualidade do sono” (Teixeira, 2020). E de acordo com Neves (2013), “sua privação pode determinar importante prejuízo em curto ou em longo prazo nas atividades diárias, causando adversidades sociais, somáticas, psicológicas ou cognitivas”.

Diante da atual situação vivida pela Pandemia do Covid-19, o Instituto do Sono realizou um estudo coordenado pelo Dr. Sérgio Brasil Tufik, em que 55,1% dos 1.600 avaliados alegam piora na qualidade do sono por motivos que incluem, preocupação com os efeitos da pandemia, maior exposição às telas de TV, computador e celular, e indisposição ou falta de entusiasmo.

A Fundação Oswaldo Cruz – Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca e o Centro de Estudos da Saúde do Trabalhador e Ecologia Humana produziram uma nota com as recomendações para melhorar a qualidade do sono no período da Pandemia do Covid-19.

Algumas das sugestões citadas por Liliane Teixeira é conseguir manter os horários regulares para deitar e acordar; evitar cochilar durante o dia ou não cochilar depois das 15 horas; manter o quarto com temperatura agradável, ambiente silencioso, iluminação adequada, limpo e sem umidade; manter tranquilidade no ambiente em que se dorme (evitar TV, rádio, computador…); evitar leitura ou filmes com conteúdo estimulante e tensos antes de dormir; evitar ir dormir com fome ou alimentado em excesso;  evitar café, chá preto, refrigerantes, chocolates e medicamentos que contenham cafeína quatro horas antes de ir dormir; evitar o consumo de bebidas alcoólicas de quatro a seis horas antes de ir dormir ; Deitar apenas no momento em que estiver com sono; se não conseguir sentir sono ou dormir, sair do quarto e realizar uma atividade tranquila.

“Da mesma forma que precisamos promover hábitos saudáveis de vida, como atividade física, alimentação balanceada e o cuidado com a mente, também é importante cuidar do sono, tendo hábitos que favoreçam um momento tranquilo de descanso”

Vocês sabiam que a prática da Ginastica Laboral vai além da prevenção das doenças ocupacionais?

Com a chegada da Pandemia, muitas Empresas migraram para o formato Home Office e a preocupação em oferecer benefícios para s seus colaboradores se tornou uma das prioridades das Organizações. A Saúde e Qualidade de Vida se tornaram essenciais.

A Ginástica Laboral é uma estratégia utilizada para contribuir com a melhora e a conservação da saúde dos funcionários das organizações (RODRIGUES; SANTOS; ROSA, 2004). Com o emprego da Ginástica Laboral em períodos da Pandemia do Covid-19, almeja-se compensar os movimentos repetitivos, conscientizar os colaboradores para a manutenção das posturas corretas e melhorar os relacionamentos interpessoais dos colaboradores, sejam eles nas organizações empregadoras ou prestando serviços em “home office”.

Durante as sessões de exercícios orientados, os colaboradores preparam o organismo para o dia-a-dia de trabalho, assim como, utilizam as atividades como fonte reparadora de desajustes provenientes das tensões emocionais. Os colaboradores que possuem a ginástica laboral como ferramenta de melhoria da qualidade de vida no ambiente organizacional, podem utilizar esses momentos prazerosos para um descanso mental reparador, integração do grupo e motivação.

De acordo com Cañete (2001), a Ginástica Laboral, praticada com método, seriedade, competência e orientada por uma ética humanística, é uma aliada das condições físicas e mentais sadias, abrindo caminhos em direção à qualidade de vida no ambiente organizacional.

Marchesini (2016), reforça a autoestima do trabalhador, pois a atividade proporciona a conscientização da importância de seu trabalho frente à empresa.  Busca ainda, uma mudança em sua rotina, o que melhora a capacidade de concentração no trabalho. Além disso, ajuda a combater as tensões emocionais, o que também melhora a atenção e a concentração nas atividades desempenhadas.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a saúde é um estado de total bem-estar, tanto físico quanto mental e social e, a ginástica laboral apresenta-se como um instrumento à disposição das empresas, cujo objetivo é a prevenção das doenças ocupacionais e seu elemento contributivo é a melhoria da qualidade de vida dos trabalhadores que se apresentam mais dispostos, interessados e motivados diante das atividades desempenhadas nas organizações e de seus colegas de trabalho.

Vocês costumam sentir dores nos músculos e articulações no frio?

Nesta época do ano, muitas pessoas costumam sofrer com a sensação de fortes dores musculares e articulares.

Por isso, nós preparamos algumas dicas para vocês prevenirem este problema e não terem prejuízos na produtividade do trabalho.

Além de favorecer o aumento dos casos de doenças respiratórias, o inverno costuma desencadear desconfortos físicos que vão muito além de tremores e calafrios. Nessa época do ano, um incontável número de pessoas também costuma sofrer com a sensação de fortes dores musculares ou nas articulações.

Segundo o fisiologista do HCor – Hospital do Coração, Diego Leite de Barros. “O frio faz com que os nossos músculos e vasos sanguíneos se contraiam para diminuir os efeitos da queda de temperatura. E é justamente essa contração que costuma causar dores musculares e, em alguns casos, problemas de postura.

É normal, também, percebermos os dedos, mãos e pés frios, assim como o nariz e as orelhas.

Já as dores nas articulações, são provocadas quando o líquido sinovial – que auxilia a lubrificação das superfícies articulares – se torna mais espesso também em função do resfriamento corporal”.

COMO PREVENIR:

Segundo o  fisiologista do HCor, Hospital do Coração, Diego Leite de Barros. a chegada do frio costuma fazer com que muitas pessoas deixem de praticar exercícios. Porém, manter-se em movimento é justamente a melhor maneira de combater os desconfortos físicos sentidos nesta época do ano.

Para prevenir tais problemas, Barros explica que a melhor opção é não ficar parado. Segundo ele, muitas pessoas deixam de fazer exercícios com a chegada do frio. Porém, manter-se em movimento é justamente a melhor maneira de evitar os desconfortos físicos trazidos por esta época do ano. “Enquanto nos exercitamos, elevamos a nossa temperatura corporal – condição fundamental para a reversão dos processos que causam dores musculares e nas articulações. Além disso, fazemos com que o sangue seja bombeado com mais facilidade para locais onde costumamos ter mais frio – como as mãos e os pés –, o que também ajuda a nos manter aquecidos”, explica.

Para praticar atividade física nessa época do ano, porém, é preciso tomar algumas precauções. Pessoas idosas, sedentárias ou com mobilidade reduzida, por exemplo, devem optar por exercícios mais leves no início, como alongamentos, caminhadas ou, se possível, corridas em ritmo moderado.

Pessoas que já praticam algum treino físico, devem continuar as suas atividades normalmente, porém, sem descuidar da hidratação, já que, no inverno, a sensação de sede tende a diminuir. “Em todos esses casos, também é importante fazer o aquecimento apropriado e sempre se agasalhar bem, principalmente, no caso de exercícios feitos ao ar livre. Contudo, é preciso evitar excessos. As roupas escolhidas para atividade física devem sempre favorecer a troca de calor com o ambiente”. “Com todos esses cuidados é possível passar pelo inverno com disposição e de maneira ainda mais saudável”, conclui o fisiologista do HCor.

Fonte: Hcor – https://www.hcor.com.br/

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